{"id":142,"date":"2012-07-20T17:01:47","date_gmt":"2012-07-20T17:01:47","guid":{"rendered":"https:\/\/nandomello.net\/ptbr\/?p=142"},"modified":"2021-11-13T17:03:17","modified_gmt":"2021-11-13T17:03:17","slug":"nando-mello-no-whiplash-albuns-que-marcaram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nandomello.net\/ptbr\/nando-mello-no-whiplash-albuns-que-marcaram\/","title":{"rendered":"NANDO MELLO NO WHIPLASH : ALB\u00daNS QUE MARCARAM\u2026"},"content":{"rendered":"<p>Mat\u00e9ria publicada em 2011 no Whiplash sobre os alb\u00fans que mais me marcaram. Uma boa ideia sobre as minhas principais influ\u00eancias como baixista\u2026por D\u00e9borah Reolly e Whiplash.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/whiplash.net\/materias\/melhores\/140890-hangar.html\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">http:\/\/whiplash.net\/materias\/melhores\/140890-hangar.html<\/a><\/p>\n<p>NANDO MELLO \u00e9 baixista da banda ga\u00facha HANGAR. Tamb\u00e9m d\u00e1 aulas e Workshop de baixo por todo o pa\u00eds. Entrou no HANGAR em 1998 e at\u00e9 ent\u00e3o possui seis \u00e1lbuns junto a banda. \u201cLast Time\u201d (1999), \u201cInside Your Soul\u201d (2001), \u201cThe Reason Of Your Conviction\u201d (2007), \u201cLast Time Was Just The Beginning\u201d (2008), \u201cInfallible\u201d (2009), \u201cAcoustic, but Plugget In!\u201d (2011). A seguir ele nos fala do seu \u201cTop 10\u201d, os 10 \u00e1lbuns que marcaram sua vida. Lembrando que os \u00e1lbuns n\u00e3o est\u00e3o em ordem de prefer\u00eancia.<\/p>\n<p>Escolher somente dez \u00edtens \u00e9 dificil. Mas segue ai os \u00e1lbuns que mais marcaram ao longo dos anos em ordem alfabetica por banda. A escolha remete a minha adolesc\u00eancia, \u00e9poca onde realmente as m\u00fasicas marcam a sua vida\u2026.<\/p>\n<p><strong>DEEP PURPLE \u2013 Made in Europe \u2013 1976<\/strong><br \/>\nUm disco essencial para quem gosta desta banda. Eu sempre preferi David Coverdale do que Ian Gillan, ent\u00e3o\u2026 \u201cBurn\u201d foi a estr\u00e9ia de David Coverdale e Gleen Hughes, outro grande baixista que me influenciou muito. \u201cMade in Europe\u201d tem apenas cinco faixas, mas representavam muito bem os discos \u201cBurn\u201d e \u201cStormbringer\u201d. A crueza da guitarra de Blackmore j\u00e1 na introdu\u00e7\u00e3o com \u201cBurn\u201d marcou muito. Glenn Hughes e seu Fender dividindo algumas partes vocais com Coverdale em \u201cLady Double Dealer\u201d e Ian Paice derrubando tudo na introdu\u00e7\u00e3o de \u201cYou Fool no One\u201d. Vers\u00f5es matadoras para \u201cStormbringer\u201d e \u201cMistreated\u201d completam o disco. Essencial como \u201cBurn\u201d.<\/p>\n<p><strong>DREAM THEATER \u2013 Images and Words \u2013 1992<\/strong><br \/>\nDescobri este disco em 1992 atrav\u00e9s de uma fita cassete comprada na antiga Megaforce em Porto Alegre. Representou para mim na \u00e9poca tudo que eu gostava dos anos 70 e 80 elevado na d\u00e9cima pot\u00eancia. Era a nova roupa para bandas como o YES. Letras inteligentes e m\u00fasicos excepcionais. Tornou-se a n\u00famero um. Tenho tudo. Mike Portnoy foi por muito tempo o \u00eddolo m\u00e1ximo n\u00e3o s\u00f3 pelo que tocava mas pela determina\u00e7\u00e3o e lideran\u00e7a. Tive a oportunidade de abrir o show deles em 2008 com o HANGAR e em 2010 o Aquiles Priester fez uma audi\u00e7\u00e3o para entrar na banda. Nunca pensei que chegaria t\u00e3o perto dos caras. M\u00fasicas que marcaram: todas! E todos os discos. Mas \u201cImage and Words\u201d tem o charme de ser o primeiro.<\/p>\n<p><strong>IRON MAIDEN \u2013 Powerslave \u2013 1984<\/strong><br \/>\nEu j\u00e1 conhecia o Iron Maiden cerca de 2 anos antes do \u201cPowerslave\u201d, mas o som deste disco marcou uma \u00e9poca. Eram t\u00edmbres que n\u00e3o estava acostumado a ouvir. Lembro do clip de \u201cAces High\u201d na televis\u00e3o aberta por conta da vinda deles no Rock n Rio de 85. A capa ent\u00e3o \u00e9 de uma beleza \u00edmpar. Para mim o melhor disco deles, sem d\u00favida! \u201cAces High\u201d, \u201cTwo Minutes\u201d, \u201cLosfer Words\u201d, \u201cPowerslave\u201d, \u201cThe Duellists\u201d, \u201cFlash of the Blade\u201d e a magnifica \u201cBack in The Village\u201d s\u00e3o cl\u00e1ssicos do heavy metal de todos os tempos. Uma banda no auge da cria\u00e7\u00e3o, sem pensar em r\u00f3tulos nem nada.<\/p>\n<p><strong>LED ZEPPELIN \u2013 Houses of The Holy \u2013 1973<\/strong><br \/>\nPrimeiro vinil que comprei. O ano era 1983 e o Led Zeppelin havia encerrado as suas atividades rec\u00e9m tr\u00eas anos atr\u00e1s. A influ\u00eancia deles ainda era muito grande. Hoje \u00e9 quase imposs\u00edvel saber o que eles significavam na \u00e9poca, mas era algo parecido ao Guns \u2018N Roses dos anos 90 ou ao U2 atual em termos de shows ao vivo. O disco \u00e9 um mix de rock pesado, metal com progressivo, baladas e at\u00e9 mesmo um reggae. M\u00fasicas que marcaram \u201cThe Song Remains the Same\u201d, \u201cDancing Days\u201d e \u201cDyer Maker\u201d\u2026 \u201cDancing Days\u201d foi uma das m\u00fasicas que mais escutei na minha vida\u2026<\/p>\n<p><strong>MR BIG \u2013 Bump Ahead \u2013 1993<\/strong><br \/>\nEu tinha come\u00e7ado a formar uma banda chamada \u201cAlma Beat\u201d em Gravata\u00ed e j\u00e1 conhecia o Mr Big dos dois primeiros discos, mas \u201cBump Ahead\u201d consolidou a banda em 94. Um disco repleto de can\u00e7\u00f5es e de peso. O som do baixo de Billy Sheehan, outra grande influ\u00eancia \u00e9 soberbo. A introdu\u00e7\u00e3o com \u201cColorado Bulldog\u201d j\u00e1 fazia a casa cair. Outros destaques: \u201cPromisse Her the Moon\u201d, \u201cWild World\u201d, \u201cMr Gone\u201d, \u201cNothing But Love\u201d. Na \u00e9poca minha banda queria ser o Mr Big de Gravata\u00ed, algumas vezes conseguimos mas na grande maioria n\u00e3o\u2026 hehe. Foi uma grande \u00e9poca. Foi quando comecei a exercitar a composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>OZZY OSBOURNE \u2013 Blizzard of Ozz \u2013 1981<\/strong><br \/>\nUm disco inteiro tocando na r\u00e1dio. Esse era o Blizzard of Ozz em 1983 na r\u00e1dio Ipanema em Porto Alegre. \u201cI Dont Know\u201d, \u201cCrazy Train\u201d, \u201cGoodbye to Romance\u201d, \u201cSuicide Solution\u201d, \u201cMr Crowley\u201d, \u201cNo Bone Movies\u201d, \u201cRevelation\u201d e \u201cNo Bone Movies\u201d tocavam na r\u00e1dio sem parar. Randhy Rhoads com certeza rivalizava com Eddie Van Halen na \u00e9poca. Eu acho que quando saiu aqui ele j\u00e1 havia morrido, mas a obra perpetuou.<\/p>\n<p><strong>RUSH \u2013 Exit Stage Left \u2013 1981<\/strong><br \/>\n1981 R\u00e1dio Bandeirantes FM que depois virou Ipanema\u2026 Programa do comunicador Mauro Borba as 18h. \u201cA Hora do Rush\u201d. Tocava de tudo, mas era muito comum na programa\u00e7\u00e3o em qualquer hora do dia ouvir \u201cTom Sawyer\u201d, \u201cRed Barchetta\u201d. A trilha do Jornal do Almo\u00e7o da RBS TV era \u201cSpirit of Radio\u201d. Acho que por isso tenho esta identifica\u00e7\u00e3o com o Rush, sem falar no baixista. Genial Geddy Lee, o maior de todos. Escutei muito este disco com destaque para \u201cFreewill\u201d, vers\u00e3o ao vivo excepcional.<\/p>\n<p><strong>VAN HALEN \u2013 1984<\/strong><br \/>\nFoi o primeiro grande show de rock pesado aqui em Porto Alegre no inicio dos anos 80. Acho que um ano antes do lan\u00e7amento de 1984. Chegaram em suas limos e entupiram o Gigantinho. Lembro do clip de \u201cJump\u201d e da sequencia de cl\u00e1ssicos que tocavam na Ipanema FM, \u201cPanam\u00e1\u201d e \u201cHot for Teacher\u201d e a sua imcompar\u00e1vel intro de bateria. Acho que o solo do Eddie em \u201cBeat It\u201d tamb\u00e9m ajudou a alavancar o CD por aqui. Cl\u00e1ssico absoluto dos anos 80.<\/p>\n<p><strong>WHITESNAKE \u2013 Sllip of the Tongue \u2013 1989<\/strong><br \/>\nUm disco com David Coverdale, Steve Vai, Adrian Vandenbergh, Tommy Aldridge e Rudy Sarzo. No auge do reaparecimento do rock na virada dos anos 80\/90. Muita qualidade na composi\u00e7\u00e3o e uma s\u00e9rie de cl\u00e1ssicos. Marcou muito pelo nascimento do meu filho Lucas em 1990. M\u00fasicas em destaque: \u201cNow You`re Gone\u201d, \u201cFool for Your Loving\u201d, \u201cThe Deeper the Love\u201d e \u201cSailling Ships\u201d. Disco sensacional.<\/p>\n<p><strong>YES \u2013 Fragile \u2013 1971<\/strong><br \/>\nPor anos a fio o Yes foi a minha banda preferida e Chris Squire o meu baixista preferido tamb\u00e9m. Ainda tenho 15 Lps em vinil desta banda. Fragile foi lan\u00e7ado em 1971 tinha uma m\u00fasica de cada integrante e mais quatro em composi\u00e7\u00f5es em conjunto. Representou uma \u00e9poca. Acho que tem a ver com o inverno ga\u00facho de 1984 quando nevou em Porto Alegre. Progressivo tem muito a ver com inverno, introspec\u00e7\u00e3o, solid\u00e3o, as capas de Roger Dean. M\u00fasicas que marcaram: \u201cHeart of the Sunrise\u201d e \u201cRoundabout\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mat\u00e9ria publicada em 2011 no Whiplash sobre os alb\u00fans que mais me marcaram. 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